Cu-cu-rru-cu-cu Paloma

(Canção de Tomás Mendes, com Versão Carlos Américo)

Dizem que um pombinho triste vivia sempre a cantar
Dizem que ele sofria sem companhia, sempre a penar
Juram que até o céu se estremecia ante o seu pranto
Pois coitado morrera a companheira e seu encanto

Cu-cu-rru-cu-cu Paloma
Cu-cu-rru-cu-cu non llores
Cu-cu-rru-cu-cu Paloma
Cu-cu-rru-cu-cu non llores
(bis)

Dizem que no pombal abandonado ouvem cantar, doces canções de amor
Toda manhã, soltas no ar
Juram que esses arrulhos são suas almas que se encontram
Que no além se uniram e para o ninho então voltaram