Conversa da Madrugada

(Samba-Canção de Nazareno de Brito e José Ribamar)

Madrugada, que murmura ao meu ouvido
Se eu falar não faz sentido
Se não quero escutar
Não, não diga nada
Por que o tempo é meu amigo
Ele não está comigo
Mas com o tempo hás de voltar

Ele sabe, que eu desculpo os seus defeitos
Que eu não tenho preconceitos
Nem amor próprio, também
Note bem, ao que pensem, eu não ligo
Quanto tempo por castigo, não querer a mais ninguém
(bis)