Brigas

(Bolero de Evaldo Gouveia e Jair Amorim)

Veja só que tolice nós dois brigarmos tanto assim
Se depois somos nós a sorrir, trocar de bem no fim
Para que maltratarmos o amor, o amor não se maltrata não
Para que, se essa gente o que quer, é ver nossa separação

Brigo eu, você briga também, por coisas tão banais
E o amor, em momentos assim, morre um pouquinho mais

E ao morrer, então é que se vê que quem morreu fui eu e foi você
Pois sem amor, estamos sós, morremos nós
(Bis)